Tarifa básica

Conta de água

Leitor maringaense reclama, enviando os talões, que mesmo diminuindo o consumo de 10 metros cúbicos para 5 m3 o preço da tarifa básica de água continua o mesmo. “Antigamente podia-se gastar 10 m3. Agora passou de 5 m3 e se paga a diferença, fora o aumento”, registra.

Angelo Rigon


9 pitacos em “Tarifa básica

  1. Ta na hora de alguém tomar uma providencia contra a Sanepar, só suga Maringá, a taxa minima voce podia gastar até 10m3 de agua, Agora caiu para 5m3. passou disto paga extra com outros valores, isto chamo de aumento de 100%, fora o aumento que estão dando falando de inflação. Vergonha.

  2. aumento disfarçado e o povo ficou quieto….
    vergonhaaaa
    estado do Parana esta indo de mal a pior assim como o Brasil neh
    Estamos lascados.
    Pena q é um país tao bom com povo tao ordinario….

  3. Esse governador de brincadeira com o consumidor de agua.
    Fizeram uma jogada espetacular par botar no rabo do povo, agora vc gasta o mesmo tanto de agua, só que paga o dobro.
    Antes 10 metros cubicos 33,74
    agora 5 metros cubicos 32,90 mais 5 metros a 5,06 vai para 58,20, viu só a ladroagem dessa cambada.
    Isso fora o esgoto que era 26,99 agora foi para 46,56 !!!!

    • Quando a pessoa quer polemizar, inventa. De 6 a 10 o metro cúbico é 1,02. 32,90 mais 5 x 1.02 a pessoa vai pagar 38,00 por 10 metros cúbicos e não 58,20. Se tem dúvidas é só acessar o site da Sanepar que lá tem a tabela aprovada pela Agepar com todos os valores.

  4. Rogério do Posto diz:

    se fosse só isso estava bom demais !!

    Quadrilhas usam chips para alterar volume em bombas de combustível

    28/06/2017 | 0 comentários | Notícias & Mercado

    Fiscalizações apontam aumento de fraudes

    Ficar de olho no combustível na hora de abastecer nunca foi tão importante.

    E a preocupação não se resume à qualidade da gasolina e do álcool: vêm aumentando as fraudes nas bombas, que marcam um volume de combustível maior que o efetivamente colocado no tanque do automóvel. O alerta é da Fecombustíveis, que reúne os cerca de 42 mil postos do país, preocupada em combater empresários inescrupulosos e, principalmente, quadrilhas que agem na adulteração das bombas de combustíveis.

    Os esquemas de fraude acompanharam o avanço da tecnologia, tornando-se mais sofisticados.

    Especialistas em informática violam o lacre da bomba e instalam um microprocessador (chip) que altera o seu giro e, consequentemente, o valor a ser pago.

    De acordo com a Fecombustíveis, essa fraude costuma girar em torno de 10% do volume fornecido, ou seja, o consumidor recebe 10% a menos de combustível do que o informado na bomba.

    Assim, se ele colocar 50 litros de gasolina a R$ 3,572 o litro,
    pagará R$ 178,60 —
    mas receberá apenas 45 litros.
    Um prejuízo de R$ 17,86.

    continuem defendendo bandidos….seus trouxas

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