“Falta de respeito”

Leitora indignada reclama de situação ocorrida hoje ao final da tarde, em Maringá.
Conta que, após um longo dia de treinamento, cansada, querendo voltar para casa, aguardava no ponto de ônibus a única linha que passa pela avenida Colombo e entra no Conjunto Requião.

Após cerca de 15-20 minutos, após as 18h, o motorista do carro 6052 “vem à velocidade média com aquela lotação que estamos habituados (e muito indignados) nesse horário, porém, mesmo ao dar sinal para que o mesmo parasse, o ‘educado’ e bem treinado motorista, simplesmente, passa direto, sem retribuir o sinal de que viria outra linha logo após, ou que estaria ‘super’ lotado”.
Ciente de que o fato é rotineiro e não aconteceu só com ela, a leitora faz qestão de registrar a indignação com o fato – para ela, fruto do monopólio, e com a prefeitura, gestor do sistema, onde “se aproveitam da situação e tratam o usuário como carga, não como pessoas”.
“Só quero lembrar que o mesmo usuário que fica aguardando ônibus horas e horas, que tem que aceitar o itinerário às vezes fora de mão, debaixo de sol e chuva, no meio do mato (que a gente já viu aqui mesmo), é esse mesmo usuário que paga o salário e adicionais desses motoristas. Nós também somos trabalhadores, ficamos cansados e queremos voltar pra casa, ou ir pro trabalho com um pouquinho de consideração e respeito”, frisa.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Começou em jornal aos 14 anos, foi editor-chefe dos três jornais diários de Maringá. Pioneiro em blog político, repórter e apresentador de programa de televisão, apresentador de programa político nas rádios Jornal, Difusora e Banda 1, comentarista das rádios Metropolitana e Guairacá, editor de diversos jornais e revistas, como Umuarama Ilustrado, Correio da Cidade, Expresso Paraná, Maringá M9 e Página 9. Atualmente integra o cast da Jovem Pan Maringá.

5 pitacos em ““Falta de respeito”

  1. Fato idêntico presenciei hoje de manhã próximo da 07h30 no ponto que fica na avenida mandacaru próximo da padaria Real, o cara que fez sinal para o ônibus parar ficou com cara de tacho e o ônibus passou direto, o negócio até foi interessante de ver a esperteza do motorista em deixar o cara a ver navios.

  2. Após um longo dia de treinamento? Se a leitora estava treinando o dia todo poderia ter encerrado o treinamento um pouco antes e deixado o ônibus para quem estava trabalhando. Aliás se ela tivesse parado de “treinar” mais cedo pegaria um ônibus mais vazio.

    • Que comentário ridículo!
      Já parou para pensar que isso pode ser a profissão dela?
      Ah! Esqueci que estamos no Brasil, onde o esporte não é valorizado, salvo o futebol que para poucos paga salário milionário.

  3. Leitora Indignada diz:

    Sim, faz parte da minha profissão e o treinamento é obrigatório para o desenvolvimento da mesma, sendo indispensável a permanência dos treinandos até o fim do curso (que teve teve carga horária de três dias). Com certeza absoluta o ônibus estava carregado de trabalhadores, estudantes, porém, isso não tira meu direito de utilizar o único meio de TRANSPORTE COLETIVO que essa cidade oferece.
    Outra coisa: minha indignação é pelo fato do motorista passar direto, mesmo dando sinal de parada, e não da lotação, que é normal na hora do rush!
    E mais uma: isso acontece com muita frequência, para alguns se torna um fato corriqueiro, o que na verdade é uma tremenda falta de respeito e expõe a deficiência na prestação do serviço.

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