Governo estadual atrasa pagamento e obras param na UEM

atraso
O governo Beto Richa está atrasando o pagamento das empreiteiras que estão construindo no campus da UEM em Maringá, o que está provocando paralisão, lentidão e prorrogação no prazo para a entrega das obras, e começam a ocorrer demissões. Uma reportagem da RPC TV exibida hoje à noite mostrou a situação de dificuldades, com direito a depoimento de um empreiteiro que realiza obras para o estado e tem mais de R$ 1,5 milhão para receber desde julho. Nos bastidores da UEM há espaço até para uma teoria: a de que haveria um secretário de Beto Richa segurando o pagamento porque defende a construção de um túnel sob a universidade, que rejeita a ideia.

Angelo Rigon


5 pitacos em “Governo estadual atrasa pagamento e obras param na UEM

  1. O atraso no pagamento não tem nada haver com construção de túnel, é incompetência mesmo, Não tem dinheiro. O Governo do Paraná está quebrado….Parabéns Richa conseguiu….

  2. Parabéns ao governador que prometeu secar as torneiras do desperdício e um choque de gestão. PURA BRAVATA, hoje temos um choque de indigestão e as torneiras estão secando por incompetência mesmo e não a do desperdício (pois há um número de cargos comissionados acima da média) a torneira que seca hoje é a que paga as contas do estado mesmo. Como será o último ano deste governador????
    A obra de Paiçandu não para, vcs sabem o motivo? Assim como a obra de Londrina na rodovia que dá cruza um trecho da cidade (Celso Garcia Cid)…

    Lembrem-se, dentro da UEM o governador não tem vez com os estudantes, além do mais há estudantes que tem domicílio eleitoral fora do estado, portanto obras lá não rendem a mesma mídia do que obras rodoviárias…

    O CARA SECA A TORNEIRA QUE ACHA MELHOR.

    PS: HÁ FALTA DE DINHEIRO SIM.

  3. Transparência Maringá diz:

    Guardem bem o que escrevo:
    Esse governo quer privatizar as Universidades do Paraná, a conta-gotas.
    Como?
    Primeiro: Seca a torneira da contratação de novos servidores (a UEM, por exemplo, tem hoje o dobro de cursos de 15 anos atrás, mas a metade dos funcionários, além de pouco aumento no número de docentes), onde os que se aposentam ou morrem não são substituídos por novos concursados… quando muito por alguns temporários – vede a situação do HU;
    Segundo: Seca a torneira dos pagamentos das obras da UEM, ajudando o Rei local em seu projeto/pressão de túnel sob a UEM (coisa três vezes mais cara que contornar por fora, e que no caso renderia menos “imposto” da ST para o Rei), e com o virar o ano, o dinheiro estadual, que tem rubrica própria e tem que ser utilizado no mesmo ano, se perde e não pode ser mais usado no ano seguinte para o mesmo fim, e as obras ficam paradas de vez (coisa que não foi “prometida” pelo governador no dia da pomposa e divulgada assinatura da liberação da verba e ordem de serviço).
    Tudo isso leva a uma imagem, propalada pela mídia comprada, de “sucateamento” e “ineficiência” da coisa pública. Daí o mote para privatização.
    Aliás essa foi a tática usada pelo Lerner quando quis privatizar a Copel, Lembram? E a equipe de governo atual não é praticamente a mesma ?
    E depois disso, você acha que que o governador põe os pés na UEM em alguma solenidade? Só vai tomar vaia!!!
    Desse modo, ele vai na “privada” mesmo (que todos nós sabemos qual é – construída em cima de um antigo lixão), pois o dono (vulgo “Reitor”) é do mesmo partido dele.
    Nada mais natural, não é mesmo?

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