Ex-aliados de Said garantem oxigênio a RB

O grupo político de Ricardo Barros (PP) sobrevive hoje, em Maringá, também graças a uma boa parcela de ex-discípulos do ex-prefeito Said Ferreira, que durante muito tempo, principalmente quando estava no PMDB, foi considerado seu principal adversário político. A começar por Umberto Crispim, Miguel Grillo e Alberto Abraão Vagner da Rocha, no Executivo fantoche, até ex-peemedebistas como Mário Hossokawa (que foi secretário e vice de Said), Divanir Braz Palma (ex-secretário, hoje no PSD), Hércules Ananias de Souza e Carlos Eduardo Saboia, que chegou a ser deputado dobrando com Said, sem contar outros da chamada arraia miúda do mundo de cargos comissionados. Gente que chamava o capo de “Janelinha”, por ter escapado pela janela ao final de seu mandato de prefeito, entre outros nomes não publicáveis.
A propósito de Saboia, que tem uma ex-assessora trabalhando como diretora de posto de saúde, leitor lembra o caso da carta do médico do Cisamusep que contava que o ex-vereador facilitava atendimentos.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Começou em jornal aos 14 anos, foi editor-chefe dos três jornais diários de Maringá. Pioneiro em blog político, repórter e apresentador de programa de televisão, apresentador de programa político nas rádios Jornal, Difusora e Banda 1, comentarista das rádios Metropolitana e Guairacá, editor de diversos jornais e revistas, como Umuarama Ilustrado, Correio da Cidade, Expresso Paraná, Maringá M9 e Página 9. Atualmente integra o cast da Jovem Pan Maringá.

12 pitacos em “Ex-aliados de Said garantem oxigênio a RB

  1. Maringaenses,

    Titanic! Muitas correntes, de mais diferentes interesses, o grande Titanic , não está mais suportando, basta uma “FAÍSCA” e explode, está muito disseminados as tensões estão todos a flor da pele sem comando, com várias frentes, para se terem uma ideia até o anônimo Rogerio CC fala pela esta administração! O que nós maringaenses podemos esperar! Nada!

    Fuji esse é Federal!

    • Sobre não precisar de prefeitura nem vou te falar mais. Diferente de você que se sustentou por ela muitos anos. Não falo de prefeitura nenhuma seu frouxo. Está afirmando que eu disse algo? Mede as palavras pra falar sobre mim Fujido, sou frouxo como você não.

      • Rogerio CC,

        Não estou depondo contra vossa pessoa! Meu amantíssimo Rogério CC, estou dizendo que você e uma grande bosta, diferente do que você entendeu!

        Falando nisso você entendeu o que e a “cabeça sem ombro”! Se colocarem em você na campanha do ano que vem uma cabeça sem ombro, você sai às ruas com a cabeça?

        Fuji esse é Federal!

  2. Face Da Letra

    QUARTA-FEIRA, 3 DE JULHO DE 2013

    O Rei Morreu, Viva o Rei ou Ascensões e Quedas

    Sempre esteve à vista de todos! Infelizmente ninguém quis ver. Ninguém quer ver. Embora esteja a referir-me à imaturidade do ser humano em geral, não posso, neste momento, deixar de salientar a gritante imaturidade da garotada portuguesa. Governantes e governados. Estão todos ao mesmo nível: catraios cuja responsabilidade se limita ao gozo máximo do brinquedo que, em determinado momento, tiverem entre mãos. Porque no momento seguinte, por obra da volubilidade que caracteriza os petizes imberbes à descoberta do mundo, ei-los que largam, desinteressados, o brinquedo agora entediante e correm à descoberta de outro, tão imbecilmente entusiasmados como quando correram para o anterior.

    Movem-se em círculos viciosos. E por mais repetidamente que o façam, parecem retirar da torpe brincadeira o mesmo grau de gozo. São astutos os governantes e uns simples os governados. Será que nem uns nem outros se dão conta da natureza ridícula e de faz-de-conta dos seus próprios actos? O governado, ouvindo falar em eleições, põe as antenas no ar, incha com o direito que alguém não existente lhe outorgou e arroga-se de salvador da pátria, incitando amigos e companheiros a votar em X. O governante, com eleições pela frente, em bicos de pés e todo insuflado, parece crescer com uma autoridade que ninguém lhe concedeu e promete mundos e fundos. Depois das eleições, como se de um ritual se tratasse, o governado, mais uma vez, bate com os cornos na parede perante a imutabilidade das coisas e, mais uma vez, sente-se defraudado; e o governante, manhoso e embusteiro, mais uma vez se governa com uma abundância que não é sua enquanto, hipocritamente, arrota palavras de patriotismo que são tiro e queda para inebriar a inculta e lerda massa eleitoral.

    Prossegue a brincadeira. Repete-se o padrão. Uns cansaram-se de brincar e, amuados, gritam a pleno pulmão “Não brinco mais a isto!”. E vão-se embora. Outros, com um paternalismo fictício e uma bem estudada atitude de aparente responsabilidade e maturidade, batem o pé e insistem “Não vale desistir! Eu vou jogar até ao fim!”.

    Ah, povo estúpido, que mais uma vez vais cair na ratoeira que tão subtilmente te têm preparado ao longo de décadas! Ah, povo ignorante, que te não dás conta que por mais que gire o carrocel, as voltas são sempre iguais e a paisagem é sempre a mesma! Ah, povo inculto, que ainda não aprendeste que campanha eleitoral significa, na prática, ditadura autorizada! Ainda não percebeste que eleições são meras disputas de poder entre meia dúzia de macacos que parecem agredir-se à tua frente, mas que, na realidade, são inseparáveis companheiros e frequentam o mesmo galho do conluio e do ludíbrio! Tu, povo estúpido, continuas a dançar ao som do “vira o disco e toca o mesmo”, continuas a venerar candidatos que mais tarde odiarás e substituirás por igual ou pior. Continuas a confundir lobos com carneiros, quer sejam esses lobos os que elegeste ou virás a eleger, quer sejam os tristes e ocos agitadores que te chamam a lutas inglórias e cujo único fim é parir números, contar cabeças do rebanho.

    Suspiras por mudança, povo estúpido? Então muda tu.

    Anseias por justiça, povo ignorante? Então sê justo.

    Almejas liberdade, povo inculto? Então liberta-ta a ti mesmo.

  3. O PMDB, de alguma forma, sempre esteve ligado ao poder. Basta fazer um levantamento histórico nas principais regiões do país e verão que, mesmo quando o partido abre mão de cargos majoritários, não significa que não estarão bem colocados.

    Mesmo quando perdem eleições, conseguem sempre uma, aliás, várias “boquinhas” na administração pública em todas as esferas (municipal, estadual e federal).

    Alguns partidos aprenderam bem essa lição com o PMDB, mas deixo para falar deles em outra oportunidade. Só ressalto para o fato de que ninguém deve se assustar com alianças que pareçam estranhas ou inimagináveis.

  4. A Caveira Encantada
    Era uma vez, um rei, muito rico e poderoso, que tendo sido salvo, durante uma caçada, por um camponês rude e pobre, mandou chamá-lo ao palácio e disse-lhe na presença dos nobres e cortesãos:

    -Bem sabes, ó camponês!, que sou o monarca mais rico do mundo! Tenho no meu tesouro jóias, ouro e pedrarias em tal abundancia, que mil elefantes seriam insuficientes para transportar! Dize-me, pois, qual a paga que queres de mim pelo auxilio precioso que ontem me prestaste!

    O desconhecido tirou de um saco, que levava ás costas, uma caveira e com o fúnebre objeto nas mãos, dirigiu-se ao rei e assim falou:

    -Senhor! Sois imensamente rico, mas a vossa riqueza não é maior que a vossa generosidade! Não sei recusar o vosso oferecimento, e vou, segundo aca¬bais de ordenar-me, dizer-vos qual a recompensa única que desejo.

    – Quero apenas, ó rei! -continuou o camponês – que mandeis dar-me a porção de ouro suficiente para encher esta caveira!

    Riu-se o monarca, ao ouvir o insignificantes pedido daquele a quem ele devia a vida, e exclamou:

    – És modesto demais, meu amigo! O que me pedes. nada vale diante do que te fizeste merecedor pelo teu heróico proceder! Bem vejo que a ambição ainda não se apoderou de ti nem a vil cobiça conseguiu envenenar o teu coração!

    Ordenou o rei ao seu tesoureiro que enchesse no mesmo instante, de ouro, a caveira que o camponês trouxera.

    O digno tesoureiro tomou de uma caixa algumas moedas de ouro e começou a colocá-las uma por uma pela boca sinistra da caveira. Dez, vinte, cem moedas desapareceram e a caveira parecia sem¬pre vazia e oca como a principio!

    O soberano ordenou que trouxessem outras caixas a transbordar de ouro. As preciosas moedas foram, porém, como as primeiras, devoradas pela misteriosa caveira!

    -Rei! – exclamou, afinal, o camponês, fitando com altivez o monarca – todo o ouro de vossas arcas fabulosas desaparecerá antes de conseguirdes saciar esta caveira! Se quiserdes vela desprezar as vossas moedas, colocai sobre ela um pouco de terra!

    Assim fez o rei, e assombrado notou que a caveira com algumas moedas, se enchera completamente.

    -Que mistério é esse? – perguntou o rei – Qual é o encanto que possui essa tétrica e insaciável caveira?

    Respondeu o camponês:

    -Senhor! Esta caveira pertenceu a um avarento! Bem sabeis que não ha no mundo ouro suficiente para enfarar a torva ambição de um avaro, que só deixa: de cobiçar quando coberto pela terra de sua campa!

    (De Malba Tahan – Lendas do Deserto)

  5. Politicamente falando, esse senhor Mário Hossokawa é uma incógnita.
    Tentou cassar o Ricardo Barros enquanto Prefeito.
    Hoje é seu pelego.
    Quem será que mudou?

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