Mais de dez lojas são fechadas em Maringá

Depois da fiscalização ter fechado 16 casas noturnas em Maringá, chegou a vez das lojas de pequeno porte. Hoje pela manhã, por determinação do Corpo de Bombeiros, foram fechadas mais de 10 lojas em um único complexo imobiliário na avenida Herval esquina com a avenioda XV de Novembro, área central da cidade. O complexo que vem sendo construído há anos não cumpriu o projeto contra incêndio e os requisitos mínimos de segurança. Mesmo os empresários que sempre mantiveram seus estabelecimentos em dia com a fiscalização estão fechados. Entre as lojas fechadas encontram-se a boate D’Vinyl, a academia Aerobic e Cia, a lanchonete Tatoes Burger, entre outras.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Começou em jornal aos 14 anos, foi editor-chefe dos três jornais diários de Maringá. Pioneiro em blog político, repórter e apresentador de programa de televisão, apresentador de programa político nas rádios Jornal, Difusora e Banda 1, comentarista das rádios Metropolitana e Guairacá, editor de diversos jornais e revistas, como Umuarama Ilustrado, Correio da Cidade, Expresso Paraná, Maringá M9 e Página 9. Atualmente integra o cast da Jovem Pan Maringá.

5 pitacos em “Mais de dez lojas são fechadas em Maringá

  1. Vistoria na Ginásio Chico Neto não precisa, faltam corrimões nas escadas de acesso as arquibancadas, o piso da entrada não é anti derrapante, faltam indicadores de saída de emergência, enfim, prédios públicos são isentos da lei de segurança e não carecem de vistoria dos Bombeiros…….
    Voltando ao Chico Neto, como o administrador desperdiça o dinheiro público, fazendo tanta caca, o Chico poderia ter tido uma reforma muito melhor do que aquilo que presenciei ontem no jogo de futsal…….

  2. Além da Prefeitura e do Chico Neto, há diversos espaços públicos que não atendem às exigências de seguranças do Corpo de Bombeiros, entre eles, o Ginásio Valdir Pinheiro.

    Por falar nisso, será que o próprio Corpo de Bombeiros já inverteu o sentido de abertura de suas portas por medida de segurança? Me refiro ao prédio onde dão atendimento ao público, cujas portas de vidro abrem para dentro e deveriam abrir para fora, haja vista o grande número de pessoas que frequentam aquele espaço e que, em caso de sinistro, com as portas abrindo para dentro ficaria complicada a saída.

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