Advogados e judiciários são condenados por formação de quadrilha

Dois advogados e dois escreventes técnicos judiciários foram condenados, pela 1ª vara Criminal de Santo André (SP), por formação de quadrilha, supressão de documentos e inserção de dados falsos. De acordo com denúncia do MP, o grupo se organizou para agilizar, de forma fraudulenta, a expedição de alvarás judiciais. Enquanto os funcionários públicos foram condenados ainda por advocacia administrativa e falsificação de papéis, os causídicos responderão também por falsidade ideológica. Leia mais.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Começou em jornal aos 14 anos, foi editor-chefe dos três jornais diários de Maringá. Pioneiro em blog político, repórter e apresentador de programa de televisão, apresentador de programa político nas rádios Jornal, Difusora e Banda 1, comentarista das rádios Metropolitana e Guairacá, editor de diversos jornais e revistas, como Umuarama Ilustrado, Correio da Cidade, Expresso Paraná, Maringá M9 e Página 9. Atualmente integra o cast da Jovem Pan Maringá.

7 pitacos em “Advogados e judiciários são condenados por formação de quadrilha

  1. Temos uma denúncia parecida em Maringá, esta no Diário Oficial do Estado do Paraná.
    COMARCA: MARINGA
    RESPONSÁVEL: JOSE APARECIDO DA CRUZ
    – Inquérito Civil nº MPPR-0088.12.001244-3, instaurado em 04/09/2012. Assunto: PATRIMÔNIO PÚBLICO. Objeto: Denúncia anônima dá conta de que advogados que fazem parte do quadro funcional da Câmara de Maringá comparecem a audiências particulares em horário de expediente sem qualquer desconto em folha de pagamento. . Representante(s): ANÔNIMO. Representado(s): DALTON FERNANDO HOFMESITER, DOUGLAS GALVÃO VILARDO, GIOVANI BRANCAGLIÃO DE JESUS (PMM), RAPHAEL ANDERSON LUQUE(CMM).

    • Mas que interessante, isto deveria ser caso pra OAB resolver, não estão pregando que passando no exame da ordem selecionam pessoas pra não lesionar a sosiedade? então agora ela deveria vir e resolver o caso dos advs que procedem fora da ética da advocacia, ou são só falcias?

  2. Será mesmo que esse País está mudando? Não corremos o risco de termos que indenizar por danos morais, além do custeio nas duas pontas, polo ativo e passivo? Já não era sem tempo… Isso é fruto da postura da juizada nova ou é reflexo da passagem da desembargadora Calmon? Estou admirado, até agora, com o TRE PR. Outro bom sinal. E os cartórios, constantemente citados pela Maria Bonita, o que estão achando? Quem não deve estar gostando é o contorcionista, de voz empolada que, sensibilizado com o olhar do leitão vesgo, o que tem o domínio dos fatos, continua um mistério: tirou ou colocou a venda?

  3. É esse assunto deveria ser mais discutido. Estamos em plena campanha para eleição da Subseção da OAB local e o “Dr. Douglas Galvão Vilardo” é candidato a vice Presidente pela Chapa XI de Agosto. A OAB fez uma ampla campanha para o voto FICHA LIMPA, mas parece que para a classe isso não têm muita importância não. Por fora bela viola, por dentro pão bolorento. Vai vendo.

  4. Essa questão dos candidatos da OAB precisa ser melhor avaliada, como disse o nobre colega. Aqueles que deveriam ser exemplo, não podem ter dois pesos e duas medidas. Se está respondendo a inquérito, não pode ser candidato a nada. Mas quem sabe no futuro, caso condenado, não será expulso pela própria classe? Duvido!!!

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