Akino

Caro Akino, sempre acompanho seus comentários neste espaço. Uma coisa me intriga quando se fala em política. Leio muito sobre o assunto e não sei por que a maioria daqueles que chega ao poder matém certas relações espúrias. É possível chegar ao poder sem se misturar com empreiteiros suspeitos, contraventores e toda uma laia de surrupiadores do dinheiro público? Ou seria o sistema que levaria a isso? Não adiantaria a mudar pessoas?
Donizete Oliveira

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Começou em jornal aos 14 anos, foi editor-chefe dos três jornais diários de Maringá. Pioneiro em blog político, repórter e apresentador de programa de televisão, apresentador de programa político nas rádios Jornal, Difusora e Banda 1, comentarista das rádios Metropolitana e Guairacá, editor de diversos jornais e revistas, como Umuarama Ilustrado, Correio da Cidade, Expresso Paraná, Maringá M9 e Página 9. Atualmente integra o cast da Jovem Pan Maringá.

4 pitacos em “Akino

  1. Rigon e Akino, não tinha visto o post sobre o processo da Abrelpe contra a mitra e ao jornalista Messias Mendes. Absurdo dos absurdos. O maior absurdo será a justiça dar provimento a um processo desses. Pelamor.
    As molecagens se sucedem. É prêmio de melhor prefeito obtido no RJ. É processo iniciado em São Paulo. É trofeu recebido de Porto Rico se não me engano. Vá se tratar moleque e pare de brincar com instituições sérias.
    E a associação dos jornalista, terá a mesma reação que o sindicatão vem tendo nesse corrompido País?

  2. Enquanto alguém furar fila, ou pedir ajuda ao SUS, no sentido de ser atendido antes, ou aceitar que a TCCC não tenha cobrador… não adianta. Falta muito para chegar a mais de 500 anos sem corrupção neste país. Está certo que nossos filhos e netos não alcançarão um país INCORRUPTO, mas que todas as gerações futuras também não, ah, isso eu não aceito mesmo. (Mesmo porque ainda quero ir pro céu.)

  3. Caro Donizete, não se esqueça que o ser humano é o bicho que é, desde os tempos de Caim, aquele sujeito que dizimou 25% da população da época…

    As vezes me iludo acreditando que sou a melhor pessoa do mundo… Mas, de tanto ver crescer as fuleiragens do Congresso e da Câmara, me convenço de que meu sentimento não passa de ilusão. Tanta gente boa, que tem a minha admiração (se é que isso quer dizer alguma coisa), dotada das melhores das intenções, debandou para o lado errado da coisa que imagino que, se eu estivesse “lá”, seria também, amigo do bandido.

    Ah, Renato. Eu também quero ir pro Céu. Então…

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