Plenária do PT será na Zona 7

A plenária do PT de Maringá acontecerá neste sábado, a partir das 14h, no salão da Igreja Divino Espírito Santo, na Zona 7. O novo local foi confirmado agora à tarde. O lixo será o tema das discussões. O local inicialmente marcado, o auditório do Sincomar, foi cancelado nesta manhã.

Angelo Rigon


5 pitacos em “Plenária do PT será na Zona 7

  1. Existe 2 situações: 1) numa rápida pesquisa pela net descobrimos que a incineração não é a solução mais viável, acredito que devemos repensar o assunto. 2) qualquer partido que seja, não tem moral politica para puxar esse debate, são organismos cancerigenos piores que os produzidos pelo incinerador. Logo, estamos sendo manipulados de ambos os lados, nem um, nem outro quer o bem da população de Maringá, são todos hipócritas. Precisamos de uma plenária municipal, um plebiscito ou referendo para que o povo decida.

  2. Não sou simpatizante, mas acho um absurdo o que
    o prefeito fez.
    Democracia é o livre direito, ele que prove que está certo.
    Vai moçada, vão para a plenária e divulguem os resultados.

  3. O prefeito tem entender que seus dias
    estão contados…

    Depois quando andar pelas ruas será apenas
    mais um. Muitos nem vão cumprimentar.
    Já vi isso.

    De tanta ignorância deu ponto para o PT*
    Quem manda estar rodeado de incompetentes.

    Quantas injustiças em prefeito?
    Depois não vai ficar dizendo
    como a sua secretaria protegida
    que “dorme o sono dos justos”

    Justo também pode ser apertado, né?
    vai de quem interpreta…

  4. Incineração
    Depois da queima, resta um material que pode ser encaminhado para aterros sanitários ou mesmo reciclado. É recomendada a reutilização racionalizada dos materiais queimados para a confecção de borracha, cerâmica e artesanato. O Obelisco de Ipanema foi realizado com entulho de concreto incinerado.
    Com a incineração é possível uma redução do volume inicial de resíduos até cerca de 90% através da combustão, a temperaturas que se elevam a mais de 900°C. Por isso tem vindo a ser implementado em zonas de grande produção de lixo. No entanto, certos resíduos liberam gases tóxicos aos serem queimados. Nesses casos, para evitar a poluição do ar, é necessário instalar filtros e equipamentos especiais – o que torna o processo mais caro.
    Trata-se de um sistema útil na eliminação de resíduos combustíveis, não tendo vantagens para outros materiais como, por exemplo, vidros e metais. Devido ao seu elevado teor em água, a matéria orgânica (que constitui cerca de 36% dos RSU) possui um baixo poder calorífico e como tal não é interessante incinerar sob o ponto de vista energético.

    Interior de um forno de incineração.
    Deste processo resultam como produtos finais a energia térmica (que é transformada em energia eléctrica ou vapor), águas residuais, gases, cinzas e escórias. Os gases resultantes da incineração têm de sofrer um tratamento posterior, uma vez que são compostos por substâncias consideradas tóxicas (chumbo, cádmio, mercúrio, crómio, arsénio, cobalto e outros metais pesados, ácido clorídrico, óxidos de azoto e dióxido de enxofre, dioxinas e furanos, clorobenzenos, clorofenóis e PCBs).
    Um incinerador gera também emissões de dióxido de carbono, agente causador do efeito estufa. Como parte do processo, fazem-se necessários equipamentos de limpeza de gases, tais como precipitadores ciclônicos de partículas, precipitadores eletrostáticos e lavadores de gases.
    O efluente gerado pelo arrefecimento das escórias e pela lavagem dos gases, terá de sofrer um tratamento adequado uma vez que, de acordo com a legislação da União Europeia, é considerado um resíduo perigoso. Apesar do aproveitamento da energia, uma vez que não há a reciclagem dos materiais, a incineração de resíduos torna-se assim numa perda no ciclo de renovação dos recursos naturais. Por estes motivos, tal como o aterro, surge no último lugar da hierarquia de gestão de resíduos.

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