Kadafi não morreu. Kadafi não morre

A grande imprensa e os meios de comunicação divulgam a morte de Muamar Kadafi para alegria dos governantes corruptos do mundo inteiro. Os assassinos do colarinho branco, os governantes canalhas (EUA, França, Inglaterra, Canadá entre outros), aqueles que matam para roubar as riquezas dos pequenos povos, festejam esta data, eufóricos, radiantes, mas totalmente enganados. Kadafi não morreu. O corpo do combatente heróico que resistiu em sua terra natal, Sirte, aos bombardeios diários durante meses da Otan, com as bombas e aviões mais modernos do mundo, a tecnologia da morte a serviço do roubo de petróleo, não pode ter morrido.

É um grande engano pensar que o leão do deserto, Muamar Kadafi, tenha morrido. Aquele corpo crivado de balas que exauriu seu último suspiro em meio à balacera, ao cheiro de pólvora e sangue, no verdadeiro altar dos combatentes que lutam pela libertação do povo. Este corpo, não se enganem, não é Kadafi, porque Kadafi não morre.

Como é possível morrer um homem que dedicou sua vida à defesa do seu povo, enfrentando as forças mais poderosas do planeta? Como é possível morrer um homem que conquistou para os líbios o melhor IDH da África, construiu a União dos Países Africanos, apoiou e financiou campanhas humanitárias nos países mais pobres da África, construiu um rio artificial que cruzou a Líbia para levar água até ao deserto?

Estão enganados. As aves de rapina que se dizem presidentes de nações imperialistas, estão enganadas. Kadafi não morre. Não há, neste mundo, balas, mísseis, bombas, que possam matar um mito, um ícone, um homem que se superou e superou os limites humanos.

Kadafi não morreu porque Kadafi não morre. Ele vive – e viverá sempre – através de sua Terceira Teoria Universal, através de seus exemplos de coragem, determinação, honradez e inteligência.

Não se enganem. Kadafi continuará nas trincheiras de Trípoli, Sirte, Misrata, Bani Walid, nas dunas incontáveis do deserto do Saara, nas multidões que marcharam no Mali. Kadafi está com os milhares de refugiados líbios, com os milhares de trabalhadores estrangeiros que encontraram emprego e trabalho na Líbia. Kadafi está com os negros assassinados porque eram negros, e como tal, eram identificados como apoiadores de Kadafi.

Kadafi está aqui, ao nosso lado, com todos os homens livres, com todos os combatentes pela liberdade em qualquer parte do mundo.

Os imperialistas norte-americanos – os mesmos inimigos da humanidade – tentaram matar Che Guevara e não conseguiram, porque ele está vivo, hoje mais do que ontem, na lembrança e nos corações dos homens despertos. Kadafi também está vivo, e estará amanhã mais vivo que hoje, nos corações e lembranças dos homens que não se deixam seduzir nem se abater pelos poderosos de plantão, cujos nomes – Obama, Sarkozy, Cameron – estarão na lata de lixo da história.

Não se deixem enganar. Kadafi não morreu porque ele não pode morrer. Como é possível morrer um herói que lutou até o final, e deu sua vida à causa de libertação de sua nação? Não morre o combatente. O herói não morre. Os covardes morrem, são sepultados e tem seus nomes esquecidos e apagados, mas este não é o caso de Kadafi.

Bravo leão do deserto. Bravo beduíno que armou sua tenda nos quatro continentes, com orgulho e determinação, e jamais se envergonhou de sua roupa árabe.

Seu nome está escrito a ferro e fogo nos corações dos combatentes internacionalistas. Seu exemplo, sua memória, estão gravados na história, num patamar muito alto para ser alcançado pelas hordas de mercenários, ignorantes e traidores que hoje se alegram com a falsa notícia de sua morte.

Kadafi não morreu porque suas idéias não morrerão jamais. Milhares de revolucionários africanos partem de diversos países para fortalecer a resistência líbia, gritando, por onde passam: “Kadafi é nosso líder. Vamos libertar a Jamahiriya”!

Associação dos Apoiadores do Livro Verde

Curitiba – Brasil

www.terceirateoria.blogspot.com

Angelo Rigon


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