Não furtemos

Há roubos e assaltos de variada natureza não catalogados nos códigos penais da justiça da Terra. Furtos de tempo dos que trabalham. Assaltos à tranqüilidade do próximo. Depredações da confiança alheia. Invasões nos interesses dos outros. Apropriações indébitas, através do pensamento. Espoliações da alegria e da esperança.
Com as chaves falsas da intriga e da calúnia, da crueldade e da má fé, almas impiedosas existem, penetrando sutilmente nos corações desprevenidos, dilapidando em seus mais valiosos patrimônios espirituais.
Por este motivo Paulo em Efésios, 4:28, disse: ‘ Aquele que furtava não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as suas mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tiver necessidade.’
Se aceitamos o Evangelho por norma de conduta devemos procurar, acima de tudo, ocupar nossas mãos em atividades edificantes, a fim de que possamos ser realmente úteis aos que necessitam.
Na preguiça está sediada a gerência do mal. Quem alguma coisa faz, tem algo a repartir. Busquemos os nossos postos de serviços, cumpramos dignamente as nossas obrigações de cada dia e, atendendo aos deveres que o Senhor nos confiou, atravessaremos o caminho sem furtar a ninguém.
Que este texto de Emmauel, mentor espiritual de Chico Xavier, psicografado por este, ao qual fizemos algumas adaptações, sirva para uma profunda reflexão de todos nós, sobretudo os políticos, para que não furtemos e não nos furtemos do cumprimento dos nossos deveres.

Valcir Martins, Maringá – PR

Angelo Rigon

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