Maçonaria, 13 famílias e outras teorias sobre os Illuminati

As teorias sobre a existência dos Illuminati são muitas, e como se não bastasse, muitas outras teorias da conspiração envolvem esta suposta organização secreta.

Recentemente nós recebemos em nossa página no Facebook, uma sugestão de pauta do blog Inimigo em Comum pra falar sobre as origens da Illuminati, e decidimos fazer um artigo reunindo algumas informações e teorias sobre o assunto.

Para saber sobre o início desta sociedade secreta, recomendo a leitura da introdução.

Maçonaria, 13 famílias e outras teorias sobre os Illuminati

Simbolismo e Maçonaria

Ao passar dos anos, o simbolismo do por trás do “olho que tudo vê” já está tão concentrado em tantas culturas que acaba passando despercebido por todos nós. Fomos condicionados a não assimilar que talvez isso não seja mera coincidência. Este olho pode ser visto na nota de um dólar, representando o Olho de Rá (a principal divindade dos egípcios, também conhecido como Olho de Hórus).

Rá é o Deus do Sol no Antigo Egito. No período da Quinta Dinastia se tornou uma das principais divindades da religião egípcia, identificado primordialmente com o sol do meio-dia. Nos textos das pirâmides, Rá e Hórus são claramente distintos (por exemplo, Hórus remove para o sul do céu o trono de Rá), mas em dinastias posteriores Rá foi fundido com o deus Hórus, formando Re-Horakhty (“Rá, que é o Hórus dos Dois Horizontes“), e acreditava-se que era soberano de todas as partes do mundo criado (o céu, a terra e o mundo inferior). 

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Olho de Hórus.

O “olho que tudo vê” também é associado ao Olho da Providência, que é um símbolo exibindo um olho cercado por raios de luz ou em glória, muitas vezes dentro ou em cima de um triângulo ou de uma pirâmide. Costuma ser interpretado como a representação do olho de Deus observando a humanidade. Em descrições do século XVII, o Olho da Providência algumas vezes aparece rodeado de nuvens. A adição posterior de um triângulo, normalmente, é visto como uma referência mais explícita da Trindade de Deus, no cristianismo.

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Olho da Providência.

Você acha que eles escolheram um símbolo que pode ser associado tanto à uma religião pagã (egípcia) quanto ao cristianismo por coincidência? Ao começar a estudar sobre “teorias” de conspiração, é importante que se deixe as “coincidências” de lado para pôr em prática o questionamento. “Nada” pode ser provado – algumas provas são expostas neste post – mas também sabemos que nada é por um acaso. E se o objetivo deles era fazer uma afronta a Deus, colocando o “olho que tudo vê” não somente no dólar americano, como também em diversas marcas, emissoras de televisão, capas de álbuns, clipes musicais,jogos, séries, e até mesmo fazendo com que os mais diversos artistas influentes constantemente propagassem o seu símbolo – de ambas as formas subjetivas e objetivas, conscientes e inconscientes – para mostrar a Deus que eles também podem ser tão oniscientes, onipresentes e onipotentes quanto Ele próprio? Pode ser que isso ainda pareça uma loucura para você, mas conforme você for cavando mais fundo, mais você encontrará.

Ainda analisando a nota de um dólar, se você olhar com atenção no lado direito superior, próximo ao número 1, verá a imagem de uma pequena coruja, símbolo oficial dos Illuminati de Baviera.

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Apenas uma coruja inofensiva.

Na base da pirâmide, pode-se ver o número romano MDCCLXXVI, que em conotação decimal significa 1776. O curioso é que o ano coincide em ser o mesmo da independência dos Estados Unidos, quanto também o ano em que Adam Weishaupt fundou a ordem dos Illuminati. Não podemos esquecer do fato que a pirâmide tem 13 degraus, que é um número bastante importante para a Maçonaria por se tratar do número da transformação. O número 13 está muito presente na nota de um dólar, porque foram as 13 colônias que se tornaram independentes da Inglaterra para formar os Estados Unidos.

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13 estrelas sob a águia, 13 degraus na pirâmide, 13 letras em ANNUIT COEPTIS, 13 letras em E PLURIBUS UNUM (do latim, “entre muitos, um”), 13 barras verticais sobre o escudo, 13 listras horizontais na parte superior do escuro, 13 folhas no ramo de oliveira, 13 frutos, 13 flechas.

Acima da águia no centro do dólar estão 13 estrelas correspondentes aos 13 Estados de então. Ela tem 9 plumas na cauda, correspondendo aos graus do ritual maçônico de York (americano). As asas exibem respectivamente 32 e 33 penas, aludindo assim aos graus do rito Escocês (que tem laços com a França). Isto simboliza a aliança entre a liberdade americana e francesa para vencer os norte-americanos da Inglaterra. Na pata esquerda segura 13 flechas, indicando ação e transformação ou transmutação. No bico ela segura um pergaminho no qual em latim lê-se “et pluribus unum”, uma alusão à necessidade de integrar e agrupar os membros das antigas colônias que agora constituíam uma só nação, fazendo todas as nações uma só (a conhecida Nova Ordem Mundial, que seria baseada em uma moeda única e uma religião universal, onde, segundo suas crenças, cada pessoa poderia atingir a perfeição).

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A pirâmide pode formar a Estrela de Davi, se juntar as letras ‘A’ de “Annuit”, ‘S’ de “Coeptis”, ‘N’ de “Novus”, ‘O’ de “Ordo Seclorum” e ‘M’ de “Seclorum”. Estas letras, colocadas em ordem, formam a palavra “Mason” (Maçom).

Podemos observar que a nota de um dólar está carregada de simbolismo. É conhecido que, como Benjamin Franklin e Thomas Jefferson, juntamente com a maioria dos homens da história referidos como os antepassados tinham laços estreitos com os Maçons. A história dos Estados Unidos não pode ser estudada sem também estudá-los.

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Alguns outros fatos sobre a nota de um dólar americana:

  • George Washington está estampado na nota: ele foi o Primeiro Presidente dos Estados Unidos da América, e também Grão-Mestre Maçônico (o mais alto grau).
  • Suas dimensões exatas são 15,76 x 6,66 cm.
  • O número 13 é o número da rebelião: é por isso que o número 13 é associado ao Lúcifer, o rebelde. O número 13 também é usado em rituais satânicos. No grupo dos discípulos de Jesus, Judas Iscariotes é sempre citado por último (contando Jesus como primeiro do grupo, Judas seria o 13º da lista, o discípulo do descontentamento e da rebelião). Os Estados Unidos nasceu de uma rebelião, em 1776, quando os Maçons proclamaram a independência das 13 colônias britânicas.

Acredita-se que os Illuminati e a Maçonaria são uma coisa só, e nos tópicos a segui, teremos cada vez mais provas que isso pode ser verídico.

Bohemian Grove

No ano de 2000, um jornalista e radialista chamado Alex Jones, junto com Mike Hanson (autor do livro “Bohemian Grove: Cult of Conspiracy“), conseguiu se infiltrar no Bohemian Grove e expôr todo o ritual de ocultismo que acontecia (e ainda acontece) lá dentro, incluindo a principal cerimônia conhecida como “Cremation of Care“. Localizado em Monte Rio, Califórnia, com sua sede em São Francisco, o acampamento hospeda por aproximadamente 17 dias alguns dos homens mais poderosos do mundo durante meados de Julho. Entre os convidados desse “clube sagrado”, estão os multimilionários, membros da família da dinastia de sangue dos Illuminati (ou as 13 famílias, como já explicado anteriormente), chefes de grandes corporações e altos funcionários do governo. Misturando-se entre eles também está uma série de estrelas de Hollywood, produtores da Broadway e artistas, músicos, autores, pintores e poetas famosos. Até a própria Rainha Elizabeth já esteve no clube, em 1983. Ela foi homenageada com uma cerimônia de dança pagã, repleta de adereços caros e elaborados, como pirâmides do Egito e zigurates babilônicos. Porém, mesmo que a própria rainha quisesse fazer parte do clube, ela não poderia. Mulheres não são permitidas de fazer parte do clube desde a sua fundação, em 1873.

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Local onde ocorre o ritual “Cremation of Care”.

Alguns dos nomes que fazem ou já fizeram parte você poderá reconhecer: ex-presidentes dos Estados Unidos William Howard Taft, Calvin Coolidge, Herbert Hoover, Dwight Eisenhower, Richard Nixon, Gerald Ford, Ronald Reagan, George Bush Sr. e Jr; a maioria dos altos funcionários da administração Bush, como Colin Powell; ex-governador da Califórnia Pete Wilson; ex-prefeitos de Los Angeles, São Francisco e outras grandes cidades; os astronautas Wally Schirra e Frank Borman; ex-diretores do FBI e da CIA; ex-secretários de Estado George Schultz e Henry Kissinger; banqueiros internacionais; chefes de grandes companhias de petróleo (Arco, Mobil, Pennzoil, Texaco) e algumas das pessoas mais criativas da história: Mark Twain, Ambrose Bierce, Bret Harte, Jack London, Will Rogers, Douglas Fairbanks, Charlie Chaplin e Art Linkletter.

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Essa fotografia parece ilustrar uma execução pública. Não se pode ter certeza se esse corpo é real ou manequim, mas certamente parece bastante real.

De acordo com os membros do clube, essa reunião que acontece anualmente foi criada para que eles pudessem “ficar longe de tudo”, ter um pouco de diversão durante as férias de verão e evitar negócios completamente por duas semanas. Pelo menos, essa é a história oficial. Logo, existem também as outras histórias: as de líderes mundiais que traçam o destino do mundo em segredo; presidentes e futuros líderes do Bohemian Grove que são escolhidos a dedo; rituais ocultos sendo conduzidos por esses mesmos homens poderosos, vestidos apenas com roupas vermelhas, pretas e brancas com capuz (alguns dos trajes até se assemelham com os da Ku Klux Klan), oferecendo uma efígie de um ser humano para ser sacrificado pelo fogo a uma imponente estátua de 12 metros de altura de uma coruja, a “Grande coruja de Bohemia” (essa coruja é de Moloch, um deus ou rei, associado com fogo e sacrifício) na cerimônia que eu citei acima, “Cremation of Care” ou “Cremação do Cuidado”. As coisas ficam mais estranhas ainda: há histórias sobre orgias homossexuais selvagens, prostitutas(os) envolvidos em algo que só pode ser descrito como jogos sexuais extremos, crianças sendo exploradas de maneiras indescritíveis, incluindo um ritual de assassinato a sangue-frio e de sacrifício humano no “altar” da estátua da coruja Deus.

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Nessa fotografia de 1909, é bastante perceptível que esse é o corpo de uma criança negra. A principal característica da adoração de Moloch entre os judeus parece ter sido o sacrifício de crianças, e a expressão usual para descrever esse sacrifício foi “passar pelo fogo”, um ritual realizado após as vítimas terem sido condenadas à morte.

Leia a seguir uma parte resumida do relato de Alex Jones, do dia em que ele se infiltrou no Bohemian Club:

Enquanto nós estávamos caminhando ao redor do lago, o único homem negro que vimos, um homem muito grande, viu Mike Hanson e eu caminhando muito rapidamente em comparação com os outros na multidão (nós queríamos pegar um bom lugar no lado leste para assistir o ritual “Cremation of Care”). Todos os rumores que eu tinha ouvido estavam agora se tornando realidade. Ele disse: “Não se preocupem! Acalmem-se! Os cuidados do mundo estão fora de seus ombros! Vocês não deveriam andar tão rápido”. Ele então nos deu duas programações. Na capa do programa, eles mostram Moloch, a coruja grande, com um corpo ardente inflamado abaixo dela (o programa pode ser visto em infowars). Também há um pequeno demônio, com a iniciais PJ, varrendo as cinzas de alguém no canto inferior esquerdo do programa (que também está no meu filme, Dark Secrets: Inside Bohemian Grove). Em seguida, fora da floresta, vieram trinta sacerdotes em roupas pretas, com os seus rostos pintados como a morte, com um homem vestido como o ceifador que puxava uma carroça com um corpo amarrado. Os homens começaram a gritar: “Queime ele de novo! Ele vai receber o que merece!”. Provavelmente, do ritual inteiro que eu testemunhei, o aspecto mais importante da cerimônia foi o que aconteceu pela primeira vez. O vagão foi por trás dessas grandes cortinas pretas penduradas para fora das árvores, descendo para o chão, escurecendo a visão e por cerca de 10 minutos nada aconteceu. Estava quieto, exceto pelos gritos de ódio dos homens, que diziam coisas como: “Queime aquele bastardo! Mate-o! Isso é o que ele merece!”. À uma certa distância no lado norte, estava o ídolo, sentado na escuridão. Ninguém estava prestando atenção para isso. Todo mundo estava extasiado enquanto olhavam através da água em tudo o que estava acontecendo por trás dessas cortinas pretas com o corpo amarrado. Se era uma efígie ou um corpo de verdade, não sabemos. De repente, (mais uma vez, nós inicialmente fomos distraídos da coruja pelas atividades que estavam acontecendo por trás das cortinas, depois estávamos prestando atenção para a coruja e os sacerdotes da ilha) de volta na margem oeste, havia um barco antiquado, com aquele ceifador que tinha conduzido a carroça, e ele estava passando pela água com o corpo amarrado em cima da proa. Ele trouxe o corpo amarrado ao sumo sacerdote que estava esperando por ele ao pé da coruja, na parte inferior de grandes degraus circulares em que a coruja sentava-se. Então, de forma muito macabra, os dois sacerdotes vestidos de preto esfregaram e acariciaram o corpo sacrificial e trouxe-o antes da coruja. O corpo implorou por sua vida, por um sistema de alto-falante. Eles recusaram-lo a misericórdia. Eles o levaram para cima do altar. A “grande coruja” disse-lhes para queimar o corpo (que eles chamaram de “Dull Care” ou “cuidado maçante/estúpido”), que se parece com um ser humano embrulhado em um pano preto. Bem acima do altar havia uma lâmpada grande de pedra que estava queimando, que eles chamam de a “chama eterna”. O sumo sacerdote tomou uma tocha apagada e acendeu sua tocha com esta chama. O corpo novamente implorou por misericórdia. O sumo sacerdote, então, desceu (com alguma dificuldade, porque ele era tão velho que dificilmente conseguia andar), e acendeu a pira em chamas. Ele começou a dizer que iria ler os sinais nos restos mortais, que é uma antiga tradição ocultista. O corpo continuou a gritar de dor. De repente, todas essas pequenas cruzes de metal que tínhamos visto ao longo do banco durante o dia explodiu em chamas. Então, eu estava lá testemunhando algo direto do pintor medieval Hieronymus Boschs, em sua obra Visões do Inferno: cruzes de metal queimando, sacerdotes em roupas vermelhas e pretas com o sumo sacerdote com uma túnica de prata com uma capa vermelha, um corpo em chamas gritando de dor, uma pedra gigante de uma grande coruja chifruda, líderes mundiais, banqueiros, meios de comunicação e o chefe da academia envolvidos nestas atividades. Foi loucura total.

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A cerimônia inclui um sacrifício ritualístico encenado (segundo eles) no culto a Moloch, que é representado por uma estátua com chifres, conforme visto acima.

Por mais que eles tentem abafar essas informações na mídia, com o avanço da tecnologia e a internet à nossa disposição, fica cada vez mais difícil de abaixarmos a cabeça e fingirmos que acreditamos em suas mentiras. Alguns deles afirmam que isso tudo é feito “por diversão”, mas é pouco provável que alguém tenha pensado minuciosamente em cada detalhe desse ritual antigo ocultista para apenas se entreter. A pessoa (ou pessoas) que está por trás disso certamente está bastante familiarizada com o ocultismo. É bem interessante que você também assista ao documentário criado pelo Alex Jones, Dark Secrets: Inside Bohemian Grove, para entender melhor o seu relato citado acima assista o vídeo abaixo.

As 13 famílias

De acordo com as teorias a respeito das 13 famílias Illuminati – consideradas as famílias de linhagem real que são descendentes diretas dos imperadores babilônicos, em que os seus descendentes foram os faraós egípcios e depois líderes da Grécia antiga -, elas comandam aproximadamente 90% do mundo e controlam toda a riqueza mundial, decidindo também quando haverá guerras, crises e afins. A “pirâmide” familiar é, na verdade, composta por 300 famílias, com essas 13 famílias no topo, que comandam todas as outras.

A linhagem sanguínea precisa ser mantida pura a qualquer custo, sem que haja alguma alteração ou mistura, e a desobediência dessa regra pode custar até mesmo a própria vida da pessoa. Esse pode ter sido o caso da Princesa Diana, mãe de um futuro rei da Inglaterra, que sofreu um acidente de carro fatal em 1997 quando estava prestes a se casar com o muçulmano Dodi Al-Fayed, que também faleceu no acidente. O pai de Dodi afirma que a princesa lhe contou que estava grávida, e esse foi o motivo no qual os dois teriam sido assassinados. A linhagem real ficaria eternamente manchada (esse assunto ainda será melhor explicado em posts futuros sobre a família real britânica).

Garantindo a fidelidade de todas essas famílias, os Illuminati garantem também o seu poder nas maiores áreas para o seu controle mundial: religião, finanças, políticas, militar e ciência. Para que ocorra esse controle, existem três cidades-estado dentro de cidades. Ou seja, três pedaços de terra que são soberanos, não pagam impostos e são independentes. São essas:

  • CROWN: É o centro econômico de Londres e também é onde está localizado o Banco da Inglaterra, que controla todos os bancos mundiais. Ele é um banco privado, em uma zona independente dentro de Londres, denominada The City. Este local é controlado pela família Rothschild e é o centro econômico mundial, sendo o único local do mundo onde é possível fazer negócios com todas as bolsas e bancos mundiais independentemente do fuso horário.
  • VATICANO: É o centro religioso, localizado dentro da cidade de Roma, independente e controlado pelo clero. É também isento de impostos e tem um banco próprio que responde unicamente ao Crown.
  • COLUMBIA: Localizada em Washington, é um local livre de impostos onde está a reserva federal: um banco privado súbdito do Crown que controla todo o dinheiro americano, controlado pela família Rockefeller. Este distrito chama-se Columbia porque os primeiros Illuminati, ao viajarem para os Estados Unidos, eram a “facção Columbia”. Eles iniciaram o domínio da organização no país e fundaram a Universidade de Columbia; Reserva Federal; Columbia Movies, que culminou na formação do centro de produção de filmes mais famoso de Hollywood; Columbia Records; Columbia Television (CBS), que tem como símbolo o “olho que tudo vê”; tal como a RTP teve o mesmo símbolo até recentemente, sendo o atual uma variante; formaram a Nasa e, por causa disso, o “space shuttle” chama-se Columbia.

Essas cidades possuem elementos e símbolos que as ligam, e suas bandeiras mencionam as três cidades. A de Columbia possui três estrelas, a do Vaticano possui três coroas e a do Crown possui três asas de dragão. Cada uma dessas cidades também possui um obelisco sobre um círculo; o obelisco representa o pênis de um Deus Egípcio (Amon, Oman ou também chamado de Amen) e o círculo representa a vagina de Gaia e juntos são vistos como a fertilização do nosso planeta.

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Os obeliscos de cada cidade-estado.

Nos Estados Unidos, a família mais influente é a dos Rockefeller. Eles comandam uma organização discreta (CFR), que é uma das mais influentes dos EUA, fundada pela Távola Redonda em 1921, e muitos a chamam também de Establishment, governo invisível ou Ministério Rockefeller das Relações Exteriores. Ela exerce um controle direto sobre as nações ocidentais porque está em relação com as organizações do mesmo gênero, ou então por intermédio de instituições, tais como o Banco Mundial que ela preside. Desde a criação da CFR, todos os presidentes dos EUA, com exceção de Ronald Reagan (no entanto seu vice, George Bush, era), eram membros dessa organização antes de serem eleitos. Ela é controlada pelo sindicato Rockefeller e tem como finalidade a criação de um governo mundial único (Nova Ordem Mundial). O círculo mais íntimo da organização é a ordem Skull & Bones, fundada na Universidade de Yale.

Apesar de aparentemente estarem em lados separados (democratas e republicanos), os presidentes e ex-presidentes dos Estados Unidos “por trás dos panos” estão todos do mesmo lado, empurrando a agenda Illuminati. Muitos deles, inclusive, possuem relações sanguíneas, mesmo que distantes, não somente com presidentes como também com atores, cantores e pessoas influentes no geral. Confira o gráfico abaixo:

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Existe ainda a família dos Merovíngios, acredita-se que essa é a décima terceira família e que ela seja a linhagem de sangue de Jesus Cristo. Eles foram uma dinastia franca-saliana que governou os francos numa região correspondente, em grosso modo, à antiga Gália da metade do século V à metade do século VIII. Seus governantes se envolveram com frequência em guerras civis entre os ramos da família. No último século de domínio merovíngio, a dinastia foi progressivamente empurrada para uma função meramente cerimonial. O domínio merovíngio foi encerrado por um golpe de Estado em 751 quando Pepino o Breve formalmente depôs Childerico III, dando início à dinastia Carolíngia. Os merovíngios são retratados no livro “O Santo Graal e a Linhagem Sagrada“, de Michael Baigent, Richard Leigh e Henry Lincoln, no qual se reivindica que eles sejam descendentes de Jesus. A familia conta com vários Santos, Santas, Abades e Abadessas.

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Os Merovíngios.

Vale lembrar que a própria bandeira dos Estados Unidos possui 13 faixas entre as vermelhas e as brancas, mais uma vez fazendo uma alusão às 13 famílias. Esse tópico não tem a intenção de falar sobre cada família que faz parte, e sim sobre a sua influência e importância no mundo.

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  • Fylippio Castro

    Parabéns pelo post. Muito interessante.