Quem passa pela feira do Willie Davids pode já ter percebido um produto diferente do habitual: o sorvete de milho cremoso. É como se fossem aquelas casquinhas e “cascões” de sorvete italiano, mas de milho – e uma composição artesanal.
O sorvete conta com opções na casquinha, no copinho e no cascão. Além disso, há coberturas como doce de leite e chocolate. A casquinha custa oito reais. Já o cascão, onze. Para quem quer saborear apenas o sorvete, há a opção de pedir no copinho.
Jéssica, proprietária da barraca, afirma que a receita é feita como se fosse como um curau de milho refrescante, com mais alguns ingredientes secretos. Entre elas, uma cobertura de farofa de amendoim.
Do plantio à sobremesa
A receita é feita de maneira artesanal, desde o plantio até o produto final. Além da receita original, quem planta, colhe e prepara os milhos é a própria família.

Vivência com a feira
Jéssica cresceu trabalhando com hortaliças na feira. Ela conheceu seu marido no comércio a céu aberto. Tempos depois, se casaram e abriram o novo empreendimento.

Como já produziam milho, a família resolveu migrar para o ramo de receita com o ingrediente. De lá, começaram a pesquisar receitas na internet e adptaram conforme o gosto dos clientes. Entre elas, o pote de milho com manteiga, curau, suco e bolo de milho e pamonha.
A ideia do sorvete de milho surgiu há menos de um ano. No entanto, já conquistou o público. De lá, os proprietários começaram a pesquisar receitas na internet e adaptaram conforme o gosto dos fregueses.
Hoje, Jéssica afirma que a sobremesa é campeã em vendas na barraca. E não é só os fregueses que gostam não: A própria proprietária confessa que não fica um dia sem tomar o sorvete.
O Maringá Post, representado por Luiza Dias e Mari Parma, experimentou a sobremesa e produziu um vídeo conhecendo a história dos produtores.


















