Sorvete de milho cremoso faz sucesso na feira livre do Estádio Willie Davids

A receita do sorvete de milho, produzida pela Pamonhas do Ingá, chamou a atenção dos feirantes pelo sabor e originalidade.
Sorvete de milho com recheio de doce de leite. Foto: arquivo/Mari Parma
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Quem passa pela feira do Willie Davids pode já ter percebido um produto diferente do habitual: o sorvete de milho cremoso. É como se fossem aquelas casquinhas e “cascões” de sorvete italiano, mas de milho – e uma composição artesanal. 

O sorvete conta com opções na casquinha, no copinho e no cascão. Além disso, há coberturas como doce de leite e chocolate. A casquinha custa oito reais. Já o cascão, onze. Para quem quer saborear apenas o sorvete, há a opção de pedir no copinho.

Jéssica, proprietária da barraca, afirma que a receita é feita como se fosse como um curau de milho refrescante, com mais alguns ingredientes secretos. Entre elas, uma cobertura de farofa de amendoim.

Do plantio à sobremesa

A receita é feita de maneira artesanal, desde o plantio até o produto final. Além da receita original, quem planta, colhe e prepara os milhos é a própria família.

Produto é feito de maneira artesanal, com receita original. Foto: Luiza Dias/Maringá Post

 

Vivência com a feira

Jéssica cresceu trabalhando com hortaliças na feira. Ela conheceu seu marido no comércio a céu aberto. Tempos depois, se casaram e abriram o novo empreendimento.

Jéssica, proprietária do Pamonhas do Ingá, cresceu em meio à feira. Foto: Luiza Dias/Maringá Post

Como já produziam milho, a família resolveu migrar para o ramo de receita com o ingrediente. De lá, começaram a pesquisar receitas na internet e adptaram conforme o gosto dos clientes. Entre elas, o pote de milho com manteiga, curau, suco e bolo de milho e pamonha.

A ideia do sorvete de milho surgiu há menos de um ano.  No entanto, já conquistou o público.  De lá, os proprietários começaram a pesquisar receitas na internet e adaptaram conforme o gosto dos fregueses.

Hoje, Jéssica afirma que a sobremesa é campeã em vendas na barraca. E não é só os fregueses que gostam não: A própria proprietária confessa que não fica um dia sem tomar o sorvete.

O Maringá Post, representado por Luiza Dias e Mari Parma, experimentou a sobremesa e produziu um vídeo conhecendo a história dos produtores.

Confira: