Moro critica serviços da Copel, mas descarta reestatização em caso de eleição: ‘Temos que respeitar os contratos’

Cumprindo agenda em Maringá na tarde desta sexta-feira (26), senador e pré-candidato ao Governo do Paraná foi questionado sobre o tema e afirmou que empresa "está deixando muito a desejar". Ele afirmou que deseja usar o 'peso político' para sentar com a concessionária e cobrar tarifas mais acessíveis.
Foto: Colaboração/Acim
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O senador e pré-candidato ao Governo do Paraná, Sergio Moro (PL), criticou os serviços fornecidos pela Companhia Paranaense de Energia (Copel), mas descartou trabalhar pela reestatização da empresa em uma eventual eleição ao Palácio do Iguaçu.

Cumprindo agenda em Maringá nesta sexta-feira (26), Moro esteve na Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim), onde ouviu demandas de empresários e foi questionado pela imprensa sobre o tema. Nesta semana,a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou a empresa paranaense a efetivar um reajuste de 20% nas tarifas de luz ao consumidor final.

Apesar de considerar o aumento ‘absurdo’, Moro ponderou que é preciso ‘respeitar os contratos’. Ele afirmou que o papel dele em um eventual Governo será o de cobrar da Copel maior efetividade nos serviços e tarifas mais justas.

“Nós temos que respeitar os contratos, o nosso governo é uma proposta de direita, e a direita respeita contratos, respeita as liberdades, mas isso não impede que nós nos sentemos com a direção da Copel e cobremos a devida responsabilidade, porque a Copel tem que prestar um serviço de qualidade, hoje o serviço está deixando muito a desejar, mas além disso não pode ter cobranças abusivas contra os consumidores, então nós pretendemos usar, sim, o peso político da posição de Governador para buscar uma negociação sobre esses reajustes”, afirmou.