Retaguarda de alta complexidade: Hospitais Bom Samaritano e São Marcos ancoram rede do Humana Sênior em Maringá

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Em entrevista ao Ponto a Ponto, diretor Rodrigo Góes explica como a estrutura própria e a escolha de marcas tradicionais garantem a segurança e o atendimento do público 49+.

A eficiência de um plano de saúde focado na terceira idade depende diretamente da solidez de sua rede de atendimento hospitalar. Em situações de urgência ou na necessidade de intervenções médicas complexas, a reputação e a capacidade técnica dos hospitais credenciados são os fatores que trazem real tranquilidade para os usuários e suas famílias. Em Maringá, a estratégia de assistência foi desenhada para unir tradição local e infraestrutura de ponta.

Para detalhar a retaguarda hospitalar oferecida aos beneficiários do novo plano Humana Sênior, o podcast Ponto a Ponto, do Maringá Post, recebeu o diretor comercial e de marketing do Grupo Athena Saúde, Rodrigo Góes. Em conversa com o jornalista Ronaldo Nezo, o executivo explicou os critérios de escolha das unidades que dão suporte ao produto na cidade e como a operadora estruturou sua rede para cobrir desde consultas de rotina até procedimentos de alta complexidade.

A força das marcas locais

Durante a entrevista, Rodrigo Góes destacou que o desenho do Humana Sênior considerou o comportamento e as preferências históricas do consumidor maringaense. A rede de atendimento do plano foi ancorada em dois dos principais hospitais do município, que já pertencem à estrutura própria do Grupo Athena.

“Nesse produto, nós estamos atuando com os nossos dois hospitais de Maringá: o Bom Samaritano, que oferece um atendimento focado em alta complexidade, e o Hospital São Marcos, que é uma marca tradicional e altamente conceituada na cidade. Como identificamos que o perfil do público sênior local possui uma forte ligação com o São Marcos, fizemos questão de incluí-lo na rede de atendimento para atuar diretamente com esse projeto”, explicou o diretor.

A combinação une o reconhecimento do Hospital São Marcos, marca tradicional na rotina das famílias locais, à robustez do Hospital Bom Samaritano, preparado para responder a demandas médicas de alta exigência técnica, garantindo cobertura integral ao beneficiário sênior.

Encaminhamento e assistência regional

O executivo ressaltou que a estrutura própria da operadora em Maringá está dimensionada para absorver com tranquilidade as demandas do novo público. Góes também esclareceu como o plano atua caso o paciente necessite de suportes médicos extremamente raros ou específicos que fujam da rotina local, reforçando o compromisso de acompanhamento da empresa.

“Caso surja uma demanda de extrema especificidade, nós daremos todo o encaminhamento necessário. Mesmo se o tratamento exigir o deslocamento para outra cidade, nós vamos acompanhar esse cliente em todo o processo. Hoje, temos a obrigação legal e institucional de dar assistência integral. Se houver alguma especialidade indisponível na região, faremos o direcionamento e a orientação médica devida, cumprindo também as nossas obrigações perante a ANS. Maringá atualmente é um forte polo de saúde regional e oferece muitas opções, mas, se houver qualquer exceção fora da nossa rede, nós encontraremos as possibilidades para acolher, direcionar e acompanhar o paciente”, garantiu o executivo.

A retaguarda hospitalar funciona de forma integrada ao modelo de medicina preventiva do plano. O objetivo é fazer com que o acompanhamento contínuo nas clínicas e no espaço exclusivo do Humana Sênior diminua a necessidade de internamentos, deixando a estrutura dos hospitais calibrada para respostas rápidas e resolutivas quando necessário.

Serviço

O episódio completo do podcast Ponto a Ponto com o diretor Rodrigo Góes está disponível no canal do Maringá Post no YouTube e nas plataformas de áudio.

Apresentação: Ronaldo Nezo
Produção de áudio e vídeo: VMark Estúdio