Árvore, que se tornou símbolo de Maringá, foi removida em ação nesse sábado (23) após laudo florestal indicar risco de queda. Município encaminhou tronco ao Parque do Ingá e afirma que estuda melhor maneira de manter o objeto preservado.
A Prefeitura de Maringá planeja preservar parte do tronco do cedro histórico que foi removido da Avenida São Paulo, nesse sábado (23). A árvore, que se tornou símbolo de preservação na cidade, foi retirada após laudos florestais indicarem a perda total de vitalidade da árvore e a existência de risco de desprendimento de galhos e eventual colapso estrutural.
De acordo com o município, as avaliações indicaram o fim do “ciclo biológico”, sem ações externas terem influenciado dano. Conforme a Prefeitura, parte do tronco foi encaminhada ao Parque do Ingá, onde se avaliará a melhor forma de manter a memória da árvore. Entre as possibilidades estudadas estão ações de preservação em forma natural ou intervenções artísticas, conforme recomendação da Comissão Especial de Preservação do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural (CEPPHAC).
Também conforme o Executivo, uma nova árvore será plantada no local. Segundo o diretor-presidente do Instituto Ambiental de Maringá, José Roberto Behrend, o momento exige equilíbrio entre a preservação da memória ambiental e a responsabilidade com a segurança da população. “A história deste cedro merece ser respeitada. Por isso, além da avaliação técnica criteriosa que demonstrou a impossibilidade de sua permanência, construímos uma solução que permite preservar sua memória para as futuras gerações. O ciclo deste exemplar se encerra, mas sua história continuará sendo contada.”
O secretário de Infraestrutura, Limpeza Urbana e Defesa Civil, Vagner Mussio, frisou que com o risco de queda, a remoção do cedro se tornou inevitável. “Sabemos da importância histórica e afetiva desse cedro para Maringá, mas também temos por prioridade preservar vidas e garantir a segurança da população que circula pela região. Adotamos diversa medidas de segurança para a remoção da árvore”, explica.















