Prefeitos da região de Maringá participam de ato de apoio a Flávio Bolsonaro em Curitiba: ‘É preciso aposentar o Lula’

Evento, realizado no Restaurante Madalosso, foi mobilizado pelo atual governador Ratinho Junior (PSD) e pelo governador eleito, Sergio Moro (PL) e contou com a participação de 230 chefes do Executivo municipais. Prefeitos de Maringá, Sarandi e Marialva marcaram presença.
Foto: Colaboração/Assessoria Moro
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Mais de três mil pessoas, entre elas 230 prefeitos de diferentes cidades do Paraná, participaram de um ato de apoio ao candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), realizado nessa terça-feira (13), em Curitiba. A reunião foi sediada no Restaurante Madalosso, no Santa Felicidade.

A mobilização para a presença dos prefeitos foi organizada pelo atual chefe do Executivo, Ratinho Junior (PSD), que não estava presente e pelo governador eleito, Sergio Moro (PL). Ambos declararam apoio ao presidenciavel do Partido Liberal para o segundo turno, previsto para o dia 25 de outubro.

Ao todo, aproximadamente 350 prefeitos foram convidados. Entre os prefeitos de grandes cidades que estavam presentes constam Eduardo Pimentel (PSD), prefeito de Curitiba e Elizabeth Schmidt (PL), prefeita de Ponta Grossa. Pela região de Maringá, os prefeitos de Sarandi, Carlos de Paula (PSB) e de Marialva, Flávia Cheroni (PSD), também marcaram presença e compartilharam registros fotográficos durante o evento em suas redes sociais. Silvio Barros (PP), prefeito de Maringá, também marcou presença, embora não tenha compartilhado registros em seus perfis.

Embora não estivesse presente, Flávio Bolsonaro transmitiu uma mensagem aos prefeitos pelo telão do evento.

Governador eleito, Moro criticou a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, defendeu a união da direita e da centro-direita paranaense e anunciou uma agenda de mobilização em Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba até sábado (17).

“É preciso aposentar o Lula. Ninguém aguenta mais quatro anos de juros nas alturas, famílias endividadas, empresas quebrando, crime organizado crescendo e a roubalheira de volta totalmente desenfreada”, afirmou Moro, ao criticar o governo federal.