Em 2027, Maringá terá a sua menor bancada na Câmara dos Deputados desde a eleição de 2010, quando elegeu apenas um representante de forma direta. O primeiro turno das eleições deste domingo (4) ratificou a vitória de apenas dois parlamentares da cidade entre os 30 eleitos pelo Paraná. Sargento Fahur (PL) e Ricardo Barros (PP), que já exercem o mandato, foram reeleitos com 242.643 votos e 94.050 votos, respectivamente, se tornando os mais votados de suas legendas no estado.
Luiz Nishimori (PSD), que buscava a reeleição, ficou de fora por uma diferença de apenas 133 votos. Ele somou 63.347 votos, enquanto que Luizão Goulart (PSD), que ficou com a última das quatro cadeiras da sigla, fez 63.480. Nishimori ocupa o cargo desde fevereiro de 2011, quando assumiu mandato após ter ficado na primeira suplência do PSDB na eleição de 2010.
Em 2010, o único parlamentar com ligações com Maringá eleito foi Edmar Arruda (PSC), com 85.155 votos. Em 2014 a bancada maringaense em Brasília foi ampliada para quatro nomes, com Ricardo Barros (PP), Enio Verri (PT), Luiz Nishimori (PSDB) e Edmar Arruda (PSC). Em 2018 foram novamente quatro eleitos, com Ricardo Barros (PP), Enio Verri (PT), Luiz Nishimori (PSD) e Sargento Fahur (PSL). Em 2022, a bancada diminuiu para três parlamentares, com Ricardo Barros (PP), Luiz Nishimori (PSD) e Sargento Fahur (PSD), após a renúncia de Enio ao mandato para assumir a Direção do lado brasileiro da Itaipu Binacional.
Por outro lado, Maringá terá a sua maior bancada da história da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), com seis deputados estaduais eleitos. Além das reeleições de Maria Victoria (PP), Do Carmo (Podemos), Delegado Jacovós (PL) e Soldado Adriano (PSD), passam a integrar o time os também eleitos Ulisses Maia (PSD) e Mário Verri (PT).
Nas redes sociais, logo após o resultado, Nishimori publicou uma mensagem de agradecimento aos eleitores.












