Câmara aprova Projetos de Lei para empresa pública administrar data center em Maringá

Proposta recebeu 13 votos favoráveis e seis contrários
Câmara Municipal de Maringá. Foto: Mari Parma/Maringá Post
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Foi aprovado, nesta terça-feira (29), na Câmara de Maringá, um conjunto com Projetos de Lei (PL) para que o município crie uma empresa pública responsável por implantar e operar o data center previsto pela Prefeitura. A proposta é de autoria do executivo.

Ao todo, foram 20 votos registrados: 13 favoráveis e seis contrários.

Votaram a favor os vereadores Akemi Nishimori (PSD), Angelo Salgueiro (PODE), Bravin Junior (PP), Diogo Altamir da Lotérica (PSDB), Flávio Mantovani (PSD), Guilherme Machado (PL), Jeremias (PL), Luiz Neto (AGIR), Maninho (Republicanos), Mário Hossokawa (PP), Odair Fogueteiro (PP), Uilian da Farmácia (União) e William Gentil (PP), totalizando 13 votos.

Votaram contra Daniel Malvezzi (NOVO), Italo Maroneze (PDT), Lemuel do Salvando Vidas (PDT), Mário Verri (PT), Professor Pacífico (NOVO) e Professora Ana Lúcia (PDT), somando seis votos.

A proposta

O Projeto de Lei nº 18.401/2026 autoriza a criação da Maringá Data e Tecnologia S.A., empresa pública constituída como sociedade anônima de capital fechado e com capital integralmente pertencente ao Município. A companhia terá como finalidade a implantação, operação e exploração de um data center, apresentado no projeto como empreendimento-âncora da futura Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Maringá.

Um dos projetos que acompanha a proposta, o PL nº 18.398/2026, autoriza a abertura de um crédito adicional especial de R$10 milhões no orçamento de 2026. O recurso será destinado à constituição e estruturação da nova empresa.

Além desse valor inicial, o projeto que cria a empresa prevê que o Município poderá fazer aportes de até R$20 milhões ao longo de quatro anos.

Com a aprovação nas duas discussões, o projeto segue para sanção do executivo.