Prefeitura de Maringá vai criar comitê para discutir unificação de processos de alvará

Anúncio foi feito pela prefeita interina da cidade, Majô (PP), durante solenidade de lançamento da segunda fase do programa 'Desenrola Maringá'. Município também vai incluir 600 novas atividades profissionais na classificação de baixo risco, onde não há necessidade de vistoria para autorização de atuação.
Anúncio foi no lançamento da fase II do Desenrola | Foto: Victor Ramalho/Maringá Post
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A Prefeitura de Maringá vai criar um Comitê interno para planejar a unificação dos processos de liberação de alvará. O anúncio foi feito pela prefeita interina da cidade, Majô (PP), em solenidade de lançamento da segunda fase do ‘Desenrola Maringá’, ocorrida na manhã desta segunda-feira (28).

Na segunda fase do Desenrola, lei que deu celeridade para mais de 1.900 processos de liberação que estavam parados no Executivo, o município vai dar prioridade na análise documental dos casos que dispensam vistoria prévia e a modernização dos procedimentos para emissão do Laudo de Postura e do Alvará de Localização e Funcionamento.

De acordo com a prefeita em exercício, atualmente a cidade tem diferentes portas de entrada de processos de alvará, que começam em secretarias diversas e em sistemas que não conversam entre si. A ideia é unificar o ponto de partida, para que todos os processos comecem em um único lugar e possam ser feitos de forma online.

“Uma dor muito presente no empreendedor é quando ele vai iniciar, abrir um negócio, ele precisa fazer vários protocolos em secretarias diferentes. O sistema não se conversa inclusive. Então, pra dar mais agilidade, pra dar mais celeridade, poder ter um respaldo melhor para o empreendedor, nós vamos fazer um comitê que vai, é uma decisão, será implantado em Maringá um alvará unificado, um sistema único. Para a gente ter uma ideia, por exemplo, o pessoal dos food trucks, quando eles vão solicitar o alvará, eles têm que ainda, via papel, fazer esse protocolo. Agora será unificado, todas as secretarias, os órgãos que estão envolvidos, estarão no mesmo local pra que o empreendedor possa gerar, abrir logo a sua empresa. É muito comum o empreendedor alugar um ponto, pagar a reforma daquele espaço, ele fica meses dispendendo dinheiro, investindo no seu negócio, e o poder público não vai mais e não pode mais atrasar e deixar esse sonho morrer. Nós precisamos facilitar pra que a pessoa, quanto antes atende os seus clientes, quanto antes ela gera emprego, melhor é a eficácia da Maringá”, declarou Majô.

No mesmo evento, a presidente do legislativo também anunciou que a Prefeitura vai incluir 600 novas atividades profissionais na classificação de ‘baixo risco’, onde não há a necessidade de vistoria do Corpo de Bombeiros ou órgãos de segurança para a autorização dos trabalhos.