Imóveis sem condições de moradia não passam de 20, aponta Defesa Civil

Levantamento foi apresentado após a passagem do tornado e considera os imóveis que sofreram danos e não podem ser ocupados pelos moradores
Imagem Representativa / Foto: Mari Parma/Maringá Post
Imagem Representativa / Foto: Mari Parma/Maringá Post
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Menos de 20 residências foram consideradas sem condições de moradia após o temporal que atingiu Maringá. O número foi informado pelo prefeito Silvio Barros durante entrevista nesta quinta-feira (5), com base nas vistorias realizadas pela Defesa Civil.

Segundo o prefeito, o levantamento ainda não abrange todas as áreas atingidas. As equipes começaram o trabalho pelas regiões com maiores danos, principalmente na zona Norte, e nas proximidades da Avenida Tuiuti.

“Não temos toda a área coberta”, afirmou Barros ao explicar que o número de imóveis identificados pode mudar conforme o avanço das vistorias.

A avaliação da Defesa Civil é utilizada para identificar as residências que apresentam riscos e não podem ser ocupadas. Nesses casos, os moradores precisam deixar os imóveis por segurança.

A Prefeitura também discute alternativas para atender as famílias que resistem à saída, principalmente pela preocupação com os pertences que ficariam nas casas. Uma das propostas é criar um espaço municipal para receber, catalogar e guardar os bens dos moradores.