Número de árvores derrubadas em Maringá com o temporal pode passar de 500, informa Defesa Civil

Em coletiva de imprensa na manhã desta terça-feira (3), Corpo de Bombeiros e Prefeitura informaram que mais de 900 colabores trabalham exclusivamente no restabelecimento no fornecimento de energia, que vai priorizar hospitais, escolas e unidades de saúde. Decreto de calamidade pública será publicado ainda hoje.
Foto: Victor Ramalho/Maringá Post
Tempo de leitura: 2 min

O número de árvores que foram derrubadas pelo temporal que atingiu Maringá na madrugada de segunda-feira (2) pode passar de 500. É o que prevê a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros, que registraram 452 ocorrências de quedas de árvores até a manhã desta terça-feira (3).

Árvores derrubadas em Maringá com o temporal pode passar de 500. Foto: Mari Parma/Maringá Post

Conforme as forças de segurança, no entanto, o número pode ser ainda maior. Em coletiva de imprensa na manhã desta terça (3), na sede do 5° Grupamento de Bombeiros de Maringá, o coordenador da Defesa Civil de Maringá, Vagner Mussio e o Coronel Elias, do Corpo de Bombeiros do Paraná, explicaram que muitos moradores não conseguiram registrar as quedas em razão da interrupção nas redes de telefonia, internet e energia elétrica. Também há casos onde em vias com um único chamado foram registrados mais de 2 quedas de árvores.

O prefeito de Maringá, Silvio Barros (PP) também participou da coletiva. Conforme o chefe do Executivo, mais de 900 colaboradores da Copel estão nas ruas para normalizar o fornecimento de luz elétrica na Cidade Canção. A empresa mobilizou equipes de outras cidades e montou um protocolo que prioriza o restabelecimento em hospitais, o que deverá ocorrer até às 12h desta terça (3). Em seguida, a Copel irá dar andamento para normalizar o fornecimento em Unidades Básicas de Saúde (UBSs), escolas e residências de pacientes que façam isso de equipamentos de saúde em casa. De acordo com Silvio, levantamentos da Defesa Civil apontam que o temporal provocou danos em 40% da cidade.

Técnicos do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) estão em Maringá para avaliar os danos e, assim, poder analisar qual foi o evento climático que passou pelo município. Um decreto de calamidade pública será publicado ainda nesta terça-feira (3).