Com nova diretoria, Grêmio Maringá se prepara para voltar a disputar competições oficiais em 2027

Em fevereiro, equipe chegou a formalizar na Federação Paranaense de Futebol (FPF) um pedido de afastamento das competições organizadas pelo órgão por falta de recursos. Atualmente, nova presidência busca pagamento de licenças visando disputar o Campeonato Paranaense da 3ª Divisão na próxima temporada.
Nova presidente do clube, Andreia Avancini, se reuniu nesta semana com o prefeito Silvio Barros | Foto: Divulgação
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O Grêmio Maringá (GEM) fará mais uma tentativa de retomar a disputa de competições oficiais a partir da próxima temporada. Com uma nova diretoria, a equipe está buscando colocar em dia os pagamentos de licenças junto a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e a Federação Paranaense de Futebol (FPF) para estar apto, inicialmente, para jogar o Campeonato Paranaense da 3ª Divisão, que inicia no segundo semestre de 2027.

Conforme apurado pelo Maringá Post, o processo de quitação dessas pendências está bem adiantado, com o clube prevendo para as próximas semanas o anúncio dos próximos passos no planejamento esportivo. Pela primeira vez na história, o clube será presidido por uma mulher: trata-se de Andreia Avancini, que assumiu a função há cerca de duas semanas.

Avancini já visitou a sede da Federação Paranaense de Futebol (FPF) e, nesta semana, se reuniu com o prefeito de Maringá, Silvio Barros, para dar detalhes do novo projeto. A última competição oficial disputada pelo Grêmio foi em 2025, quando foi eliminado na primeira fase do Paranaense Série C.

Em fevereiro deste ano, o GEM formalizou na FPF um pedido de afastamento das competições oficiais até o fim de 2026. Além do atraso no pagamento de licenças oficiais exigidas no regulamento e a saída de investidores, a equipe não tinha nenhum atleta registrado profissionalmente e também em categorias da base. Ter times constituídos em, ao menos, uma das categorias sub-15, sub-17 ou sub-20 é requisito obrigatório para a disputa de competições profissionais da Federação Paranaense.

Ainda no ano passado e com pendências financeiras, a antiga diretoria do clube teria recusado uma proposta de R$ 10 milhões, de investidores, em troca de 100% do controle do clube, que se tornaria uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF).