Maringá — A complexidade de gerenciar milhares de carretas rodando diariamente pelo país exigiu das empresas Transpanorama e G10 a criação de uma estrutura de suporte integrada, que vai muito além do transporte de cargas.
Em entrevista ao Ponto a Ponto, Claudio Adamuccio detalhou como a necessidade de manter a frota sempre nova impulsionou a abertura de lojas próprias para comercialização de caminhões e automóveis seminovos em Maringá, São Paulo, Belo Horizonte e Goiânia. “Para mantermos alta produtividade e atrairmos bons profissionais, nossa vocação é renovar os veículos com poucos anos de uso”, explicou. “Criamos pontos de venda específicos para dar vazão contínua a esses ativos”.
Infraestrutura para motoristas
A verticalização dos negócios incluiu também postos de combustíveis com pátios estruturados, restaurantes e áreas de descanso para acolher as equipes em trânsito.
Na sede corporativa em Maringá, que conta com mais de 100 mil metros quadrados, as práticas ambientais e sociais operam como pilares de governança. “Toda a água utilizada para lavar nossos caminhões passa por tratamento e 95% dela é reciclada na própria empresa”, destacou Adamuccio. “Além do cuidado ambiental com dejetos e resíduos, mantemos programas sociais como o Florescer, voltado ao atendimento de crianças da comunidade”.
Para o empresário, o fortalecimento da agenda ESG (ambiental, social e governança) é requisito obrigatório para a sustentabilidade dos negócios. “Essas práticas não são peças de marketing; elas representam a nossa responsabilidade direta com as pessoas e com o ambiente onde atuamos”, afirmou.
Serviço
Apresentação: Ronaldo Nezo
Produção de áudio e vídeo: VMark Estúdio
Assista o episódio completo do podcast no canal do Maringá Post no YouTube.


















