Maringá — Inovar no setor de transportes vai muito além de adquirir veículos modernos ou instalar softwares de rastreamento. Exige uma compreensão profunda sobre ecossistemas, cultura corporativa e eficiência de processos.
Durante sua participação no Ponto a Ponto, o empresário Claudio Adamuccio destacou que a busca constante pelo aprendizado é um valor inegociável na sua carreira. O executivo liderou missões com gestores ao Vale do Silício e realizou imersões acadêmicas na Universidade de Tel Aviv, além de visitas técnicas na Suécia, Suíça, Alemanha e China.
“Inovação e tecnologia costumam caminhar juntas, mas são conceitos distintos. É perfeitamente possível inovar sem tecnologia, apenas redesenhando a gestão e os processos”, esclareceu Adamuccio.
Maturidade, risco e apoio ao desenvolvimento
Ao analisar os polos globais de ponta, o executivo apontou as características que diferenciam os ambientes de negócios no exterior.
“No Vale do Silício, você sente a potência da união entre universidades de ponta, capital de risco abundante e diversidade cultural com cérebros do mundo todo”, relatou o empresário. “Já em Israel, um país sem recursos naturais, a inovação nasce da maturidade dos jovens após o serviço militar e de um governo que atua como sócio de startups, reinvestindo o lucro dos projetos de sucesso”.
Para Adamuccio, a assimilação desses conceitos garante a longevidade das empresas brasileiras. “Estar perto das maiores referências mundiais me permite trazer métodos práticos para a nossa equipe e preparar os futuros sucessores das companhias”, completou.
Serviço
Apresentação: Ronaldo Nezo
Produção de áudio e vídeo: VMark Estúdio
Assista o episódio completo do podcast no canal do Maringá Post no YouTube.




















