Prefeitura de Maringá amplia fiscalização eletrônica em cruzamentos para reforçar segurança no trânsito

Prefeitura de Maringá amplia fiscalização eletrônica em cruzamentos para reforçar segurança no trânsito
Foto: Rafael Macri / PMM
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A Prefeitura de Maringá vai ampliar a fiscalização eletrônica nos cruzamentos da cidade para reforçar a segurança de motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres. A medida será realizada pela Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

Com a ampliação, o número de cruzamentos monitorados para controle de avanço de sinal vermelho e parada sobre a faixa de pedestres passará de 13% para 16%. O contrato com a empresa responsável pelo serviço foi publicado nesta semana no Diário Oficial do Município.

Nas próximas semanas, a quantidade de faixas de rolagem monitoradas também aumentará, passando de 184 para 220. A empresa contratada será responsável pelo armazenamento e transmissão de dados, além do fornecimento e implantação dos softwares necessários para o funcionamento dos equipamentos.

O contrato terá duração de 36 meses e prevê valor total de até R$ 26,532 milhões.

Segundo a Prefeitura, o avanço do sinal vermelho está entre as infrações com maior potencial de provocar ferimentos graves e mortes no trânsito, principalmente por estar relacionado a colisões transversais.

Pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), avançar o sinal vermelho é uma infração gravíssima, com multa de R$ 293,47 e sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Já as infrações relacionadas ao avanço ou à parada sobre a faixa de pedestres podem variar de leve a gravíssima, com multas entre R$ 88,38 e R$ 293,47, conforme a situação.

A ampliação da fiscalização eletrônica integra o programa Maringá pela Vida, criado pela Prefeitura para desenvolver ações voltadas à redução de acidentes e ao aumento da segurança no trânsito.

Nesta semana, o município também publicou o decreto que criou o programa e o Comitê Interinstitucional responsável por levantar e analisar dados sobre acidentes, identificar os principais fatores associados a mortes e lesões graves, melhorar protocolos de atendimento às vítimas e desenvolver medidas específicas para aumentar a segurança de motociclistas.

O programa também prevê a criação de metas e indicadores para acompanhar os resultados das ações.

O secretário de Mobilidade Urbana, Luciano Brito, destacou que a participação de todos os usuários das vias é necessária para melhorar a segurança no trânsito.

“Enquanto poder público, estamos realizando diferentes ações para aumentar a segurança no trânsito, com medidas de engenharia, novos equipamentos, operações da Lei Seca, blitze educativas e fiscalização em diversos pontos da cidade. Mas esse trabalho também precisa da participação de quem está no trânsito. Motoristas, motociclistas, ciclistas, condutores de patinetes e pedestres precisam fazer a sua parte. A segurança depende do cuidado e da responsabilidade de todos”, afirmou.