A equipe que assessora o candidato ao Governo do Paraná, Sergio Moro (PL), afirmou nesta quinta-feira (13) que o Plano de Governo dele será protocolado na Justiça Eleitoral nesta sexta (14). Moro é alvo de uma ação que pede a anulação da candidatura ao Palácio do Iguaçu justamente em razão da ausência do documento na página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O documento é resultado de um processo de escuta da população que reuniu 6.338 sugestões populares, recebidas dos 399 municípios do Paraná.
A proposta foi construída a partir das contribuições dos paranaenses, de documentos e sugestões de mais de 100 entidades e do trabalho de mais de 200 especialistas técnicos de diferentes áreas.
A metodologia adotada pela campanha é resumida pela frase “Não é discurso. É método”. As contribuições foram organizadas por município e região, permitindo identificar as principais demandas locais. Em seguida, as sugestões foram cruzadas com propostas técnicas e submetidas a análises de viabilidade e orçamento.
“Este é um plano que nasceu ouvindo, não discursando. Antes de escrever uma proposta, fomos ouvir. Percorremos o Paraná para que este plano de governo carregasse a voz de quem vive o Estado”, afirmou Moro.
Segundo o senador, o objetivo foi evitar que o plano fosse elaborado apenas a partir de diagnósticos genéricos. “Cada contribuição foi analisada como retrato real de uma cidade, de uma vida. Ouvir de verdade reafirma o propósito de governar para as famílias paranaenses”, disse.
Participação de entidades
Entre as instituições que contribuíram para a elaboração estão o Sistema Fiep, FAEP/SENAR-PR, Fetranspar, Ocepar, Uopeccan, Femipa, CRM-PR, AMP, Feapaes-PR, POD, Agência de Desenvolvimento do Sudoeste e sindicatos rurais de diversas regiões do Estado.
No plano de governo de Moro, cada proposta técnica passou por uma curadoria de exequibilidade e orçamento antes de chegar à versão final. A intenção foi garantir que a participação popular resultasse em propostas que possam efetivamente ser executadas.
O processo foi coordenado pelo pré-candidato a vice-governador, Edson Vasconcelos. Para ele, o trabalho procurou unir a percepção da população à análise técnica necessária para transformar as demandas em ações de governo.
“O grande diferencial foi transformar a escuta em método. Cada contribuição foi analisada ponto a ponto. Ouvimos a população, reunimos especialistas e cruzamos as demandas com propostas técnicas para que o plano tivesse aderência real às prioridades de cada região”, afirmou Vasconcelos.


















