Servidores pedem instalação de botão do pânico no PAC após sofrerem ameaças de pacientes

Tempo de leitura: < 1 min

Servidores do Pronto Atendimento da Criança (PAC) de Maringá pediram a instalação de ‘botões do pânico’ e a presença fixa de agentes da Guarda Municipal na unidade após serem ameaçados de agressão por pais de pacientes. A situação foi relatada após reunião com representantes do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maringá (Sismmar), ocorrida na semana passada.

Conforme o Sismmar, pais de crianças atendidas teriam ameaçado servidores em razão das demoras nos atendimentos, que seria justificada pelo aumento da demanda de pacientes. Ainda segundo o Sindicato, os problemas vão além.

Desde a mudança do PAC para o espaço do Hospital Municipal, a unidade convive com improvisos que estão longe de garantir condições adequadas de trabalho e atendimento. Há problemas de ventilação, falta de pias para higienização, ausência de saídas adequadas e limitação de espaço físico.

Em contato com a reportagem, a Prefeitura de Maringá informou que a Guarda Municipal intensificou o patrulhamento na região e que os botões do pânico estão em processo de instalação. Leia a nota do Executivo na íntegra:

“A Guarda Civil Municipal tem intensificado o patrulhamento no local, para garantir a segurança da comunidade. Além disso, a Secretaria de Saúde já vem trabalhando para implantar o sistema de botão do pânico no Pronto Atendimento à Criança (PAC). O município elabora processo licitatório para contratação da empresa que prestará o serviço.

O município esclarece ainda que houve aumento significativo nos casos de doenças respiratórias pediátricas, o que elevou a demanda por atendimentos e internações. Todos os pacientes seguem recebendo assistência no PAC, que está com as equipes de profissionais completas. A Prefeitura reforça que segue monitorando o cenário e atuando em conjunto com os hospitais de referência para assegurar o atendimento à população.”